Migrando conteúdo em vídeo para nuvem: 6 Pontos que devemos considerar

Introdução

Neste post, temos o objetivo de fornecer alguns conceitos básicos necessários quando considerada a migração de produções audiovisuais para a nuvem.

Aqui abordaremos diferentes aspectos relacionados aos dados, desde a sua definição até os custos associados a eles. 

Não se trata de uma receita única, cada caso é um caso, e certamente o sucesso de uma migração não dependerá necessáriamente deste 6 pontos.

1. DEFINIÇÃO DOS DADOS

Os dados são “medidos” em termos de tamanho, que indica a quantidade de espaço ocupado, tipo, que identifica a natureza dos dados (por exemplo, texto, imagem, vídeo), formato, que define a estrutura em que os dados estão organizados (por exemplo, CSV, JSON), quantidade, que especifica a quantidade total de arquivos disponíveis, e metadados, que fornecem informações adicionais sobre os dados, como data de criação, autor e tags relevantes.

2. ORIGEM & DESTINO

Os dados podem ser armazenados em diferentes tipos de storage, como servidores de arquivos, SANs, bancos de dados, HDs externos, Fitas LTO ou serviços de armazenamento em nuvem. A origem dos dados refere-se ao local ou sistema de onde os dados são originários, enquanto o destino se refere ao local ou sistema para o qual os dados são transferidos ou armazenados. 

3. DEFINIÇÃO DA CONEXÃO & TRANSFERÊNCIA

A conexão e transferência dos dados podem ocorrer por meio de diferentes meios físicos ou redes. Isso pode incluir conexões físicas, como cabos de cobre ou fibra óptica, ou conexões de rede, como redes locais (LANs) ou redes de área ampla (WANs). A taxa de transferência refere-se à velocidade com que os dados são transmitidos de um local para outro e pode variar dependendo da capacidade da conexão e da largura de banda disponível. E para envio rápido de grandes de dados dispositivos como Snowball da AWS são atualmente a forma mais eficiente.

4. SEGURANÇA

A segurança dos dados envolve várias medidas para proteger a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos mesmos. Isso pode incluir a verificação de integridade dos dados por meio de algoritmos de hash ou assinaturas digitais, garantindo que os dados não tenham sido corrompidos ou alterados. A redundância é usada para evitar a perda de dados, com cópias de segurança ou espelhamento de dados em locais diferentes. A criptografia é empregada para proteger os dados durante a transmissão e armazenamento, tornando-os ilegíveis para pessoas não autorizadas.

5. PROCESSAMENTO

Os dados podem ter diferentes versões, indicando alterações ou atualizações ao longo do tempo. O processamento pode envolver o uso de proxies ou servidores intermediários para otimizar a entrega de dados ou melhorar o desempenho. A inserção de metadados permite adicionar informações contextuais ou descritivas aos dados, facilitando sua organização, busca e compreensão.

6. CUSTOS

Os custos associados aos dados podem ser calculados com base na quantidade total de terabytes (TBs) armazenados, considerando o espaço ocupado pelos dados. Além disso, a frequência de acesso aos dados, como downloads realizados pelos usuários, irá influenciar muito nos custos, especialmente em serviços de armazenamento em nuvem onde taxas de transferência(Egress) são aplicadas. É importante considerar esses fatores ao estimar os custos relacionados à gestão e armazenamento de dados.

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